quinta-feira, 12 de setembro de 2024

Komah

Quando Seg., ter., qui. e sex., das 12h às 15h e das 18h30 às 23h; Qua., das 12h à 15h e das 19h às 23h; Sáb., das 12h às 16h e das 19h às 23h
Onde R. Cônego Vicente Miguel Marino, 378, Barra Funda, região oeste
Telefone (11) 3392-7072
Link: https://www.instagram.com/komahrestaurante/


Há algumas opções bem interessantes ao fazer uma refeição lá. É possível seguir o caminho mais simples, em que cada pessoa escolhe seu prato individual, que custa de R$ 65 a R$ 70 e é muito bem servido; há a opção de selecionar diferentes porções de entradas e pratos principais, e comer de forma coletiva, experimentando mais sabores variados por um custo um pouco mais alto; ou pode-se pedir um menu degustação de R$ 125 por pessoa, para fazer um passeio guloso pelas opções do cardápio.


Para quem vai no caminho mais simples, o dilema é o que escolher. Difícil fugir do galbi jim (R$ 70), costela de boi assada em uma mistura de shoyu, saquê e gengibre cuja carne se desfaz no hashi e que vem mergulhada em caldo complexo de umami com toques de acidez e dulçor deliciosos.


Mas a casa também é famosa pelo kimchi bokumbap (R$ 68), uma versão do omurice que ajudou a popularizar o arroz com ovo oriental na cidade. O omelete cremoso e saboroso se desfaz combinando lindamente com o crocante do arroz com acelga.


E a pancetta assada com molho gojuchang no samgiopsai com ssam set (R$ 70) não fica muito atrás em qualidade. Macia e com tempero preciso, seu leve toque picante traz uma complexidade interessante ao prato, que se completa com o picles da salada, que contribui para o equilíbrio do conjunto.


Pedir os três pode ser uma opção para quem visita em grupo, mas é comida demais para duas pessoas e já joga o preço para perto do menu degustação. A vantagem dessa opção mais completa é que ela inclui os três pratos e mais o banchan set (R$ 37) e o yukhoe (R$ 58).


O primeiro é uma base da comida coreana, uma seleção de entradas com vegetais e conservas como bardana, kimchi e tofu que misturam sensações de picância, acidez e umami. Mesmo quem não é fã de tofu pode gostar do preparo bem temperado servido na casa.


E o segundo é mais um clássico consagrado pelo Komah: um steak tartare preparado com carne congelada fatiada em tiras, saquê, gema curada em shoyu e saquê. Ele pode causar alguma estranheza por ser muito gelado, mas é bem temperado, saboroso e vai mudando de textura aos poucos. A fruta também combina muito bem fazendo belo contraste.


Talvez a melhor forma de passar pelo menu sem a sensação de estar perdendo nada seja pedir um menu degustação para dividir entre duas pessoas. O restaurante avisa que as porções são controladas e pensadas em um único cliente, mas é possível complementar a refeição pedindo mais entradas ou saladas como o ssam set (34), uma seleção de hortaliças, ou ainda pratos que ficam de fora da degustação, como o arroz de costela (R$ 70) ou o dolsot bibimbap (R$ 65), arroz apimentado com carne, gema, legumes e alga.


Para encerrar, a sobremesa mil folhas de gergelim surpreende pelo sabor suave e pouco doce, com camadas de massa bem sequinha. Pena que o recheio seja duro, o que acaba quebrando a estrutura.

Olga Ri

https://guia.folha.uol.com.br/restaurantes/2023/02/olga-ri-que-faz-sucesso-no-delivery-de-comida-saudavel-ganha-restaurante-em-sao-paulo.shtml

Onde: Ifood

Na primeira edição do Guia Testa Delivery, onde a reportagem do Guia Folha prova pratos vendidos em delivery, o restaurante escolhido foi o Olga Ri.


Entre as saladas do restaurante de pegada saudável, a pedida da vez foi a missô bowl de frango crispy (R$ 44,90). Feito pelo iFood, o pedido chegou em 30 minutos dentro de uma cumbuca de papelão.


O prato tem como base arroz de sete grãos. Vem com couve, manjericão fresco, abóbora e cenoura na brasa, castanha-de-caju e frango empanado. À primeira vista, a quantidade não parecia ser suficiente, mas ela deu conta do recado.


Na boca, a crocância da couve e das castanhas combinou com a maciez dos legumes. Embora não tão crocantes, as tiras eram generosas e saborosas. Só seria melhor se estivessem mais quentes. O molho asiático trouxe acidez agradável às folhas; um mais cremoso, porém, não escorreria tão fácil.

OLGA RI

Quando A partir de segunda (27). De seg. a dom., das 11h30 às 21h

Onde R. Haddock Lobo, 586, Cerqueira César, região oeste

Link: https://www.olgari.com.br/

Onde: Ifood


Na primeira edição do Guia Testa Delivery, onde a reportagem do Guia Folha prova pratos vendidos em delivery, o restaurante escolhido foi o Olga Ri.


Entre as saladas do restaurante de pegada saudável, a pedida da vez foi a missô bowl de frango crispy (R$ 44,90). Feito pelo iFood, o pedido chegou em 30 minutos dentro de uma cumbuca de papelão.


O prato tem como base arroz de sete grãos. Vem com couve, manjericão fresco, abóbora e cenoura na brasa, castanha-de-caju e frango empanado. À primeira vista, a quantidade não parecia ser suficiente, mas ela deu conta do recado.


Na boca, a crocância da couve e das castanhas combinou com a maciez dos legumes. Embora não tão crocantes, as tiras eram generosas e saborosas. Só seria melhor se estivessem mais quentes. O molho asiático trouxe acidez agradável às folhas; um mais cremoso, porém, não escorreria tão fácil.


Do mezanino, é possível observar os preparos na cozinha. Ali também fica uma área a céu aberto pet-friendly. Os clientes podem, ainda, fazer os pedidos pela internet para retirar no novo local. A casa vai funcionar todos os dias para o almoço e o jantar.


Desde que surgiu, a marca virou referência no segmento de delivery de comida saudável e expandiu a área de cobertura. Hoje, conta com três dark kitchens na capital paulista, nos bairros de Vila Olímpia, Jardins e Lapa. No ano passado, a marca atravessou a ponte-aérea e abriu uma cozinha voltada ao delivery também em Botafogo, no Rio de Janeiro.


Por lá, é possível escolher os ingredientes e montar a própria salada. As receitas são as mesmas do cardápio tradicional do delivery, composto por saladas, bowls e sopas, no inverno, e mantém a mesma média de preço, de R$ 33,90 a R$ 62.


O longo balcão expõe uma variedade de legumes, vegetais e outros itens para fazer combinações, além de oferecer opções prontas. Uma das mais pedidas pelo delivery, disponível no menu, é a burrata mediterrânea, que leva mix de folhas, fusili integral, amêndoa, azeitona preta, tomate sweet, burrata e pesto de manjerição. Custa R$ 51,80.


O restaurante ganha algumas novidades em relação à operação digital, como mais opções de bebidas, entre elas vinho branco, e sobremesas. Mesas e bancadas estão dispostas em dois andares do imóvel, que ganhou um banho de loja e decoração colorida, em projeto assinado pelo escritório de arquitetura Nitsche.


A Olga Ri, marca especializada em comida saudável que operava desde 2016 apenas por delivery, inaugura nesta segunda-feira, dia 27, um endereço físico.


No novo restaurante, os clientes fazem os pedidos direto no balcão e pagam no caixa. A casa vai ocupar um imóvel na rua Haddock Lobo, próximo à avenida Paulista, nos Jardins, que antes abrigava o Fran's Café.

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

Pratos para dividir ajudam a explorar mais sabores, mas valor da conta pode subir

https://guia.folha.uol.com.br/restaurantes/2024/08/pratos-para-dividir-ajudam-a-explorar-mais-sabores-mas-valor-da-conta-pode-subir.shtml


Uma nova modalidade de refeição vem se consolidando nas mesas de restaurantes na capital paulista. São os cardápios formados só por pratos para compartilhar, listados sem a divisão tradicional de entrada e principal.


A diferença é que esses menus são compostos por pequenas porções para dividir, ao contrário da ideia mais sedimentada de receitas fartas —como uma parmegiana para quatro pessoas.


A ideia nesse modelo que é tendência em restaurantes abertos recentemente em São Paulo, como o Virado e o Jacó, é que se prove de tudo um pouco. A recomendação, na maioria das casas, é pedir de quatro a seis pratos para saciar a fome de duas pessoas.


"Funciona como um menu-degustação mais casual, sem todo aquele protocolo", explica Nando Carneiro, chef do restaurante Nomo, na Vila Madalena. "É como se todos os pratos fossem entradas, em porções menores para as pessoas transitarem pelo cardápio todo", completa Patricia Werneck, sommelière da casa.


"O valor da conta fica em torno de R$ 150 por pessoa [sem bebidas ou taxa de serviço]. De jeito nenhum isso é mais barato, só é diferente. Você não economiza, mas recebe uma experiência mais interessante", afirma Cintia Goldenberg, sócia da Ghesta, consultoria especializada em bares e restaurantes.

O ponto positivo, diz ela, é a possibilidade de provar uma variedade maior de receitas.


Para experimentar todas as 11 receitas do menu do Nomo, por exemplo, é necessário desembolsar R$ 629, sem contar as bebidas e o serviço. Em duas pessoas, sairia R$ 314,50 para cada um.


É possível pedir receitas como o cupim defumado na lenha, servido com molho da carne, mousseline de batatas, alho frito e pinhole (R$ 110) e a polenta cremosa de milho doce com cogumelo eryngui, caldo de porcini e grana padano (R$48,00).


O menu de pequenos pratos para compartilhar foi o formato escolhido pela chef Bel Coelho para retomar o Clandestino, projeto fechado na pandemia e reaberto como Clandestina há cerca de um mês na Vila Madalena.


Ali, a chef mantém o foco nos ingredientes brasileiros e prepara sugestões como o guioza de pato com tucupi, jambu e azeite de pimentas brasileiras e o tempurá de pimenta-de-cheiro com camarão servido com molho picante de bacuri, uma fruta amazônica. Cada prato custa R$ 53.


Reaberto em novo local e formato no ano passado, o Barouche sugere porções para compartilhar assinadas pelo chef Rodrigo Felicio, do extinto Capivara. Nessa linha, figuram o canapé de ovo cozido, com gribiche (molho à base de novo) e anchova e o rillette de carapau com guanciale e erva-doce, ambos por R$ 48.


Outro restaurante novo que segue a tendência é o Virado, instalado na República. Em sua primeira cozinha própria, o chef Benê Souza apresenta uma culinária paulista com influências de diferentes países em pratos que têm preços de R$ 22 a R$ 75.


Entre eles, estão crudo de carne bovina com alcaparras, limão-siciliano e azeite de manjericão, acompanhado de pastel de vento (R$ 40) e o rigatoni com ragu de linguiça e queijo Tulha (R$ 54).

Também nessa pegada, o Jacó, na Vila Madalena, comandado pelo chef Iago Jacomussi, acaba de renovar o cardápio.


As novidades incluem o agnolotti recheado com queijo boursin de cabra, servido com creme de ervilha com tahini e alho crocante (R$ 78) e a abóbora assada, acompanhada de straciatella, pangrattato (espécie de farofa) e caramelo de abóbora com missô (R$ 66). Ali, se uma pessoa fosse provar os 13 pratos do menu, pagaria R$ 877.


No taiwanês Aiô, na Vila Mariana, os pratos são listados sem divisões —são 12, que somados custam R$ 611. A clientela da casa divide pedidas como a salada de tomates regada de vinagre, molho garum (fermentado à base de ostra ou peixe), chilli oil e moyashi (R$ 42) e o char siu de copa-lombo (R$ 77), para comer com as mãos numa panqueca com pepino e arroz vermelho.


O Feriae também apresenta uma única lista, com 16 receitas que custam de R$ 42 a R$ 104, a exemplo do palmito na brasa com purê de castanha-de-caju, farofa de pupunha e picles de palmito (R$ 46) e do ancho de porco caipira, acompanhado de purê de couve-flor na brasa, banana, farofa e guanciale (R$ 98). A casa, no Baixo Pinheiros, foi aberta no ano passado sob a batuta do chef colombiano Mario Panezo. Hoje, a cozinha é tocada por Júlio Marques.


Uma das chefs pioneiras nesse formato é Giovanna Grossi, à frente do Animus, situado em Pinheiros. Quando abriu seu restaurante, em 2019, ela enfrentou relutância por parte dos clientes.


"No começo, não foi fácil, as pessoas não estavam muito abertas. Elas falavam que a comida estava ótima, mas que queriam um prato maior. Tive cliente que se levantou e foi embora." Para contornar a situação, garçons reforçaram a explicação do cardápio, que oferece pratos que vão de R$ 20 a R$ 165.

Entre eles está a vagem assada na brasa com coulis de azeitona preta, castanha-de-caju e queijo Maratimba (R$ 48). Uma das adições recentes é o arroz de cebola caramelizada e crispy de cebola (R$ 58).


O Corrutela, na Vila Madalena, pratica o sistema desde 2018. O chef César Costa não propõe uma ordem pré-determinada, mas sugere que o cliente combine os itens que preferir. A copa-lombo curada (R$ 76) pode fazer companhia à mandioca na manteiga fermentada (R$ 36) ou ao arroz de cogumelos e gema (R$ 64).


O formato de menu com pequenas porções não é novo, mas só pegou mesmo em São Paulo após o fim da pandemia, segundo Goldenberg, da Ghesta. E costuma atrair um público mais jovem.


"Ainda tem muita gente acostumada ao modelo de pedir um prato individual. É uma questão de maturar a ideia de que pode ser legal comer de outra forma."


Aiô
R. Áurea, 307, Vila Mariana, região sul, tel. (11) 5083-4778, @aiorestaurante


Animus
R. Vupabussu, 347, Pinheiros, região oeste, @animusrestaurante


Barouche
R. Medeiros de Albuquerque, 401, Vila Madalena, @barouche.sp


Clandestina
R. Girassol, 833, Vila Madalena, região oeste, @clandestinarestaurante


Corrutela
R. Medeiros de Albuquerque, 256, Vila Madalena, região oeste, @corrutela


Feriae
R. Padre Carvalho, 171, Pinheiros, região oeste, @feriae_sp


Jacó
R. Fidalga, 357, Pinheiros, região oeste, @jaco__sp


Nomo
R. Harmonia, 815, Vila Madalena, região oeste, @nomogamia


Virado
Largo do Arouche, 150, República, região central, @virado.sp

quarta-feira, 4 de setembro de 2024

Guia: Suiça, Espanha, Grécia e Camarões

AFRICANA

BIYOU’Z
O restaurante criado pela camaronesa Melanito Biyouha tem duas unidades em São Paulo. No menu aparecem pratos de diferentes países da África com um toque brasileiro. O kitoor, por exemplo, é uma pasta de amendoim torrado com couve, camarão moído, fufu (massa) de arroz e galinha, por R$ 48. No madessu, a chef combina feijão-branco com azeite de dendê, arroz e banana cozida (R$ 42). Há três opções de sobremesa: os doces de hibisco e de mandioca e o bumba, sorvete de creme com cobertura de tamarindo, por a partir de R$ 20.
Al. Br. de Limeira, 19, Campos Elíseos, região central, tel. (11) 3221-6806, @biyouzgastronomiaafricana


ESPANHOLA


CARMEN LA LOCA
A seleção de embutidos da casa tem chorizo (R$ 31), fuet, uma linguiça da Catalunha (R$ 38), e sobrasada, que leva carne de porco crua e curada (R$ 50). O jamón faz sucesso em torradas (R$ 26), ovos fritos (R$ 70) e croquetas (R$ 39). Entre os pratos principais, a paella de frutos do mar (R$ 135, para dividir) rivaliza com o rabo bovino cozido ao vinho (R$ 82). Antes de ir embora, experimente a torta de Santiago, com amêndoas, limão e canela (R$ 19).
R. Alexandre Dumas, 1.162, Santo Amaro, região sul, tel. (11) 3539-9724, @restaurantecarmenlaloca


EL MERCADO IBÉRICO
O jamón aparece em diferentes entradas —por exemplo, na porção de croquetes (R$ 36) e no gaspacho, sopa fria de tomate, que nesta versão também leva camarão (R$ 45). Como principal, a sugestão é a paella marinera, que custa R$ 165 por pessoa, mas deve ser pedida por pelo menos duas. O prato leva arroz bomba, anéis de lula, mexilhão, vieira, camarão, cauda de lagosta e molho de alho. Para comer sozinho, a pedida é o risoto de cogumelo, com salmão e queijo manchego (R$ 82). Além de restaurante, a casa funciona como empório de produtos importados da Espanha, como azeites, pimentas, frios e vinhos.
R. Pamplona, 310, Jardim Paulista, região oeste, tel. (11) 97470-3070, @elmercadoiberico


TANIT
A cozinha sob os cuidados do chef Oscar Bosch, nascido na Catalunha, completou oito anos em 2024. De entrada, fazem sucesso os crocantes de arroz negro com camarão e guacamole (R$ 68). Bem tradicional da casa, o polvo a la plancha é preparado com batata-doce amarela, banha de porco e pesto (R$ 138). Já a stracciatella leva tomates marinados por 24 horas no shoyu (R$ 67). Eles são assados e servidos ao lado de tempura de flor de abobrinha, pesto e azeite de limão-siciliano. Para finalizar, a pedida é a torrija, uma rabanada espanhola, feita com brioche, caramelo salgado com toque de café e sorvete (R$ 46).R. Oscar Freire, 145, Cerqueira César, região oeste, tel. (11) 3062-6385, @restaurantetanit


GREGA


ACRÓPOLIS
É o endereço mais tradicional de comida grega da cidade. A mesma família comanda o restaurante desde 1959 e, ao longo dos anos, fez poucas mudanças no menu idealizado pelo seu Trasso, o fundador. Uma das estrelas do cardápio é o polvo ao vinagrete, que vem regado a azeite e com azeitonas (R$ 85 o individual; R$ 150 para dividir). Outro destaque é o risoto de camarão, ao preço de R$ 85. Bem típica da Grécia, a moussaka é feita com grão-de-bico e berinjela, em versões com ou sem carne (R$ 45). A casa funciona de domingo a domingo e oferece a opção de delivery.
R. da Graça, 364, Bom Retiro, região central, tel. (11) 3223-4386, @restauranteacropolis


AQUILES TABERNA
O restaurante de comida mediterrânea integra o Grupo Alife Nino, que também comanda casas como Nino Cucina, Da Marino e Tatu Bola. Como entrada, oferece bolinhos, saladas e carpaccios, além de itens
como a berinjela assada com coalhada, hortelã e pistache (R$ 59). Entre os principais, aparece o clássico gambas al ajillo, camarão com alho, por R$ 92. Outro prato conhecido é o arroz de polvo, com agrião e pancetta (R$ 109). As sobremesas têm inspiração italiana: a torta di formaggio, por exemplo, é feita com queijo pardini, sorvete de leite, pralinê e calda de goiaba; custa R$ 36.
R. Pedroso Alvarenga, 909, Itaim Bibi, região oeste, tel. (11) 3368-6863, @aquiles.taberna


KOUZINA
A chef Mariana Fonseca está à frente das duas unidades do restaurante, uma em São Paulo e outra em Campinas. As porções de kalamakis vêm com quatro espetinhos, nas versões de cordeiro (R$ 80), carne (R$ 60), frango (R$ 52) e porco (R$ 46). A casa tem drinques autorais como o Kouzina, feito com ouzo (destilado de anis) combinado a vodca, melancia e limão-siciliano, por R$ 42. Pelo mesmo preço, o agapi leva figo, Aperol, limão e xarope de romã. Para a sobremesa, a sugestão é a milopita, torta de maçã servida com sorvete de canela (R$ 42).
R. Peixoto Gomide, 1.710, Jardim Paulista, região oeste, tel. (11) 2935-0888, @kouzinamyk


PETROS GREEK TAVERNA
Aberto em fevereiro de 2023, o restaurante tem duas unidades em São Paulo. Um bom ponto de partida é a linguiça de cordeiro artesanal, acompanhada de pão tostado e tzatziki, molho de iogurte e pepino (R$ 39). Depois, vale provar o peixe do dia grelhado na parrilla, servido com espinafre e arroz (R$ 67). Entre as opções de sobremesa, há sorvete de baunilha com calda de frutas da estação (R$ 28) e musse de chocolate amargo com mel (R$ 38). Funciona de terça a sábado no almoço e no jantar e, aos domingos, apenas à tarde.
R. Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 137, Pinheiros, região oeste, tel. (11) 3898-5890, @petrosgreektaverna


SUÍÇA


FLORINA
Arborizada e com luz intimista, a casa serve jantar de quarta a sexta e almoço aos sábados e domingos. Para abrir o apetite, o cocktail Berna traz pequenas salsichas e linguiças defumadas (R$ 42). Já a basler mehlsuppe é uma sopa preparada com farinha tostada e queijo emmenthal (R$ 48). Entre as especialidades do restaurante, estão as iscas de vitela ao molho de cogumelos (R$ 92) e o wiener schnitzel, uma milanesa suína (R$ 89). No cardápio, há também o coelho preparado com vinho e funghi (R$ 115). Como sobremesa, uma boa opção é a fondue de chocolate, que vem com frutas secas e biscoitos (R$ 125).
R. Cristóvão Pereira, 1.220, Campo Belo, região sul, tel. (11) 5041-5740, @florinacozinhasuica



CASA GODINHO
Foi fundada em 1888 pelo português José Maria Godinho na praça da Sé, para vender itens importados como vinhos, azeites e bacalhau. Em 1924, foi transferida para uma loja no térreo do prédio Sampaio Moreira, o primeiro arranha-céu da cidade, onde funciona até hoje. Além dos produtos, fazem sucesso suas empadas
R. Líbero Badaró, 340, Centro, WhatsApp (11) 98339-9581, @casagodinho

terça-feira, 3 de setembro de 2024

Guia: Latinos

Latinoamericanos

ATZI
A taqueria é irmã do restaurante mexicano Metzi, dos chefs Luana Sabino e Eduardo Ortiz. Os tacos, estrelas da casa, aparecem em sete sabores, que custam a partir de R$ 18. O al pastor é feito com porco condimentado, enquanto outros recheios incluem carne, frango, torresmo e cogumelos. Há outra modalidade de prato chamada de vampiro, que leva tortilhas crocantes e tem os mesmos sabores dos tacos (R$ 24). Entre as bebidas, há água de maracujá e de hibisco, por R$ 14.
R. Mourato Coelho, 1.233, Pinheiros, região oeste, tel. (11) 94900-0044, @atzitaqueria


CHÉVERE
Endereço com clima de boteco, se espalha pela rua com mesas, sempre tocando música latina. Na cozinha, as empanadas são a especialidade. São 15 sabores, a partir de R$ 14, que variam entre carne de frango, boi, shimeji e jaca, além das versões doces como a de banana com doce de leite. Um país que aparece representado no menu é o México, com seus tacos de recheios típicos, como carne suína desfiada (R$ 30, duas unidades). No almoço, os pratos começam em R$ 35, caso do majadito. Vegetariano, traz arroz com cúrcuma refogado em salsa de tomate, servido com ervilhas, banana-da-terra frita e ovo.
R. Sousa Lima, 321, Barra Funda, região oeste, @cheverecozinhaebar


LA PERUANA CEVICHERIA
Comandada pela chef Marisabel Woodman, a casa é decorada com tecidos coloridos, cerâmicas e obras de arte inspiradas na cultura pré-colombiana. Dá para começar com tiradito de la casa, composto por peixe em lâminas com molho de ají (R$ 60). Os ceviches (a partir de R$ 71) aparecem em seis versões, que podem levar camarão, vieira, polvo e atum. Na casuelita del mar, o pescado do dia é marinado com camarão no tucupi e leite de tigre (R$ 91).
Al. Campinas, 1.357, Jardim Paulistano, região oeste, tel. (11) 5990-0623, @laperuanabr


LA POPULAR
Aberto em 2023 pelo mexicano Quique Calderón, oferece tacos, quesadillas e burritos que custam R$ 20. Os tacos, especialidade da casa, são preparados com duas tortilhas em dois sabores: carne de porco e de boi. Entre as quesadillas, o destaque é a alambre, recheada com contrafilé e bacon. Os mesmos ingredientes, com adição de abacate e pasta de feijão, integram os burritos. Acompanhamentos como guacamole e chilli beans (feijão com carne moída) custam R$ 25.
R. Frei Caneca, 1.057, Consolação, região central, tel. (11) 98394-3326, @taqueria_lapopular


MACONDO RAÍZES COLOMBIANAS
A casa de Jair Rojas, que começou vendendo comida típica na rua, é ponto de encontro da culinária colombiana na capital. Ele serve receitas como patacones, disco crocante de banana-da-terra (R$ 41). Mas as arepas, massa à base de milho, são as estrelas do lugar. Dá para montá-las ou escolher entre diferentes versões, como a choriarepa, que leva queijo e linguiça (R$ 26).
R. Card. Arcoverde, 1.361, Pinheiros, região oeste, tel. (11) 98616-4184, @macondo_raizes_colombianas


MESCLA
As receitas da casa, instalada na Barra Funda, misturam tradições de diferentes países da América Latina segundo o olhar do chef boliviano Checho Gonzales. Ali, o ceviche é de pescada-cambucu e vem servido com suco de tomate, limão e chips de batata (R$ 40). O chef também traz o pirarucu ao forno, acompanhado de virado de feijão, vinagrete e bacon (R$ 64). Vale provar a costela de porco, ao lado de feijão-fradinho, banana-da-terra e queijo (R$ 57). Na ala de sobremesas, há o clássico latino-americano bolo de três leites (R$ 20).
R. Sousa Lima, 305, Barra Funda, região oeste, WhatsApp (11) 97392-3833, @mescla_restaurante


OSAKA NIKKEI
Rede presente em países da América Latina e nos Estados Unidos, é especializada em comida nikkei, nome dado à cozinha da comunidade japonesa que se fundiu às tradições peruanas. Entre os ceviches, está o kunsei (R$ 62), feito com atum ou salmão defumado com ponzu, molho à base de shoyu e yuzu. Nos quentes, o pato mochero (R$ 89), preparado na wok, vem acompanhado de carne bovina, arroz, shiitake e toque de acerola com maracujá. O mochi (R$ 21), nos doces, é recheado de chá-verde, manga, maracujá e chocolate.
R. Amauri, 234, Itaim Bibi, região oeste, tel. (11) 3073-0234, @osakasaopaulo


RINCONCITO PERUANO
Completa neste ano duas décadas de história, com dez unidades na capital paulista. Sob o comando do chef peruano Edgard Villar, o restaurante prepara pratos bem típicos, como os anticuchos, espetos de coração bovino (R$ 36,90, três unidades). Uma das receitas mais pedidas da casa é o pulpo parrillero, acompanhado de batatas crocantes (R$ 139,99). Grelhado na parrilla, o polvo recebe molho anticuchero, à base de cerveja, ají panca (uma pimenta do Peru), alho e orégano. Mas são a grande atração os ceviches, que podem ser de salmão, camarão, misto e até vegetariano (a partir de R$ 56,90 a porção individual).
R. Aurora, 443, Centro, tel. (11) 3361-2400, @rinconcitoperuano


SURI
O endereço serve nove tipos de ceviche por a partir de R$ 70. As receitas variam nos molhos, peixes ou frutos do mar usados, como lula, camarão, salmão e atum. Entre os pratos principais, o Galápagos é feito com corvina grelhada no vinagrete de manga e pimenta-biquinho (R$ 82). Mais abrasileirado, o piancó traz galinha em risoto de arroz vermelho da Paraíba (R$ 69). Acompanham vegetais e molho ají amarelo. A torta de café e chocolate com chantili, por R$ 37, ajuda a finalizar bem a refeição.
R. Mateus Grou, 488, Pinheiros, região oeste, tel. (11) 3034-1763, @suricevichebar


TAQUERIA LA SABROSA
Em 2023, a lanchonete de comida mexicana deixou a rua Augusta e ganhou um novo endereço, em Pinheiros. O cardápio se manteve. Os tacos, com duas tortilhas, têm versões com porco, camarão e carne bovina, além das vegetarianas, que misturam cogumelos, abobrinha, batata e milho salteado (a partir de R$ 17). Às terças, duas porções são vendidas pelo preço de uma. Os burritos são mais robustos, como o de frango feito com feijão, queijo, guacamole e cebolas caramelizadas (R$ 40). Na parte etílica, há margarita frozen (R$ 30).
R. Francisco Leitão, 246. Pinheiros, região oeste, tel. (11) 2925-6189, @taquerialasabrosa


TARAZ
Com menu sob o comando do chef Felipe Bronze, o restaurante de cozinha sul-americana fica dentro do luxuoso hotel Rosewood. O menu oferece sabores frescos, como os dos ceviches, mas, principalmente, pratos preparados na brasa, pensados para compartilhar. A picanha, servida com cebola assada, alho, chimichurri e farofa de mandioca, sai por R$ 95. Já o short ribs leva pupunha na brasa e confit de limão (R$ 240). Sobremesas também são para dividir, como o bolo de macaxeira com coco, sorvete de baunilha e doce de leite (R$ 55).
R. Itapeva, 435, Bela Vista, região central, tel. (11) 3797-0500, @taraz.saopaulo


WASKA RESTOBAR LATINO
O restaurante do casal de peruanos Natalia Marrache e Luis Ramirez foi aberto no final de 2023 em Pinheiros e se dedica à culinária de diversos países da América Latina, como Venezuela, Colômbia e Argentina. Por lá, eles oferecem quatro tipos de ceviche, que custam a partir de R$ 52, além de tacos e patacones —feitos de banana-da-terra e servidos com guacamole ou carne. Natalia comanda a coquetelaria e assina os drinques como o saoco papi, feito à base de pisco, morango, Campari, limão e tônica, ao preço de R$ 35.

R. Pe. Carvalho, 46, Pinheiros, região oeste, @waska.restobarlatino